Em memória da minha mãe, Adalgiza Dias

Começarei uma série de reflexões em memória de uma grande mulher que me ensinou desde a minha infância o caminho certo, que me criou com ensinamentos bíblicos, e foi uma notável pastora e professora de teologia, que tinha uma enorme sabedoria para encaminhar os filhos na fé em Jesus.

Dia vinte e três de junho de dois mil e vinte e dois será um dia marcado na minha vida, pois minha mãe faleceu muito nova; ela estava com cinquenta e oito anos.

Uma mulher casada há trinta e oito anos com seu esposo, Josivaldo G. da Silva (meu pai), e com ele teve três filhos, uma menina (que sou eu) e dois meninos (meus irmãos, Bruno e Jair Henrique), nos amou de maneira igual. Sempre deu o seu melhor na criação dos filhos, como esposa e também como pastora e professora de teologia.

Bom! Como filha dessa mulher incrível, não poderia deixar de registrar nesse blog as mensagens que ela deixou no YouTube. Para mim, ela deixou um legado. Se escrevo e faço vídeos também no YouTube, é porque ela me incentivou, nunca me obrigou ou forçou a seguir os princípios bíblicos, mas ela só me ensinou e eu escolhi seguir esse caminho. A Bíblia fala: — “ensina ao filho(a) o caminho que deve andar e nunca se desviará dele” (parafraseado). Provérbios 22.6. Isso aconteceu comigo. Desde minha infância, sigo o caminho do evangelho de Jesus.

Arquivo pessoal da autora /foto do mês 10/2019/ Minha mãe Adalgiza Dias

A Bíblia fala para ter conselheiros: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança”. (Provérbios 11:14). “Quando não há conselhos, os planos se dispersam, mas, havendo muitos conselheiros, eles se firmam.” (Provérbios 15:22). Para mim, minha mãe era minha conselheira, amiga, mulher simples e sábia.

Quando não entendemos os porquês das perdas de pessoas boas e queridas que se esforçaram para fazer o melhor na família, na igreja e para a sociedade, como minha mãe, não busque entender. Não se revolte com Deus, não se revolte com a situação, somente peça a cura para seu coração, peça força para continuar, dê um passo de cada vez, viva o luto e recomece; porém, para recomeçar, depende de você.

Tem datas, períodos que a psicologia ensina para viver o luto, que pode ser de três meses a um ou dois anos. Não passe desse período; antes disso, decida recomeçar. Saudades da pessoa amada e querida sempre existirá, mas a força para se levantar vem de Deus.

Existe alguma regra certa para viver esse momento de luto? Não existe; cada pessoa reage diferentemente. O que importa é que você venha a reagir, mas sem se sentir cobrado(a) por ninguém, e sim de maneira natural, e não aceite a depressão. Jamais perca a esperança, não se esqueça de Deus; ele nunca te deixará e nem te abandonará.

Venho te convidar a participar desse momento em que compartilho com vocês uma série de textos das mensagens do canal do YouTube da minha querida mãe, dona Adalgiza Dias da Silva. Os textos estarão na categoria: ‘Em memória’. Minha mãe faleceu no dia vinte e três de junho de dois mil e vinte e dois; comecei esse projeto no início do mês de julho de 2022.

Atualizei o texto e aqui está o link da categoria “Em Memória”, que contém todas as transcrições de uma série de vídeos do YouTube da minha mãe. Em cada texto escrevo um pouco sobre ela.

Arquivo pessoal da autora — foto do mês 12/2021 — Minha mãe Adalgiza Dias e eu.

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